terça-feira, 19 de abril de 2011
Sonhar com os anos setenta.
Setenta vezes sete e assim adiante.
Adianta a gente sonhar bastante.
Afirmam que não há gente que não sonhe quando dorme.
Eu admiro os olhos se mexendo quando a pessoa está dormindo e viajando pelos estágios dos jardins redondos.
Sonhar com as coisas do tempo do quando pequenos.
Quando se é pequeno, tudo parece ser do tamanho do mundo, gigante pela própria natureza.
Nossa natureza de vez em quando é bastante sábia e é principalmente assim, quando damos a importância gigante ao abraço.
Estiquemos os braços até alcançarmos o outro, escrevendo um poema cintilante, assim como cintilam as luzes vibrantes dos corações que pulsam felicidade.
A felicidade que pulsa, move montanhas e sonha com as terras movendo-se sem estragos.
Um mover-se suave, que transcende todas as expectativas dos aflitos, afligidos pela extravagância do sistema.
A montanha se move mais vagarosamente do que nossos pés, porém o nosso sonho sonha o contrário.
Nossa fé é viva e viva todo mundo que sonha com o coração acordado.
O nosso acordo é que quando acordamos com o setenta, ainda damos um tempo até o três
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